terça-feira, 15 de novembro de 2011

Policial do Trânsito envia Comentário ao blog sobre acidente em São Rafael

Infelizmente mais um acidente de trânsito com vítima fatal na região do Seridó, Dessa vez com um filho de pessoa importante do nosso estado, onde os ocupantes do veículos consumiam bebidas alcoolicas...

Isso mostra como a vida prega peças na vida de cada pessoa. quantas e quantas vezes a policia de trânsito tentou fazer um trabalho de fiscalização em Jucurutu e região e o Sr. Nelter Queiroz deputado estadual interferiu politicamente determinando para que os trabalhos parace de imediato.

Isso é nada mais nada menos que o feitiço virando contra o feiticeiro, o Sr. deputado Nelter Queiroz nunca permitiu que a policia de trânsito atuasse na cidade de Jucurutu.

Há poucos dias estava havendo fiscalização de trâsito naquela cidade, mais uma vez ouve interferencia politica e foi determinado que o trabalho parasse...agora vamos raciocinar...será que se a policia de transito estivesse presente na cidade esse pessoal teria bebido para dirigir? com a fiscalização de trâsito na região poderia ter evitado que essa fatalidade tivesse acontecido?
Perguntas no AR...!!!!!

Senhores politicos entendam, o trânsito trabalha para salvar vidas, evitar que com as iregularidades nos veiculos e pessoas não capacitadas os acidentes acontecam.

Cabo PM M. Sousa do 3º DPRE

Depois de mais um asssalto Policia Militar reforça patrulhamento no centro de Caicó

 imagem ilustrativo

Apos a pratica de mais um assalto contra um Posto de Serviços Medeiros e Dantas no centro da cidade de Caicó na manhã de ultimo sábado fez com que o Comando do 6º Batalhão de Policia Militar de Caicó, através do Major Walmery Costa, tomar novas medidas para evitar que mais ações da mesma natureza se repitam em Caicó.
Na manhã desta segunda feira o Comandante 6º BPM se reuniu com seus oficiais e determinou uma intensificação total no patrulhamento ostensivo no centro da cidade durante o horário comercial.
Dois trios de motos com Policiais da ROCAM estão pernanentemente fazendo patrulhamento nas principais ruas e avenidas do cento da cidade alem da viatura PATAMO (Patrulhamento Tático Móvel) e mais uma viatura de Rádio patrulha que já faz parte da área central e bairros adjacentes.
De acordo com o mMjor Costa a intensificação do Policiamento não acontece somente no centro da cidade mais tambem no bairros onde viaturas de Rádio Patrulha, Grupo Tático de Combate, CIPAM e Transito fazem patrulhamento ostensivo durante todo o dia e noite.

Veja fotos tiradas minutos depois do acidente fatal que matou o filho de Nelter e seu motorista

 Na Foto: Carro envolvido no acidente

A Polici Militar da cidade de São Rafael/RN divulgou no final da manhã de hoje fotos tiradas minutos apos o acidente que vitimou o jovem Gustavo Retlen Costa Queiroz, 23 anos de idade,  filho do Deputado Nelter,  que na noite de ontem (domingo) na cidade de São Rafael,  e tambem tirou a vida do motorista João Batist,  conhecido por Joãozinho.

Na Foto: Homens do Corpo de Bombeiros de Caicó fazem o corte no carro

O Corpo de Bombeiros da cidade de Caicó foi acionado para fazer a retirada do corpo do jovem Gustavo das ferragens do veiculo já que devido a gravidade do acidente o mesmo acabou ficando preso nas ferragens do carro e só pôde ser retirado com a ajuda do equipamento de desencarceramento do CBM

A foto acima mostra como ficou  estado da cabine do carro que era ocupada pelo jovem gustavo e por outras três pessoas, sendo que duas delas conseguiram sair com vida e a outra pessoa tambem morreu na hora.

As Fotos são da PM São Rafael

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Veiculo Hilux foi tomado de assalto na tarde de hoje na cidade de Alto do Rodrigues


Agora apouco por voltas das 15h:30 min, um HILUX de cor preta de placa MZH 7689, pertencente a uma empresa VACEL da referida cidade foi tomada de assalto.

Segundo informações que dois indivíduos armados de revólver calibre 38 anunciaram o assalto levando o veiculo.

Uma unidade da FORÇA TÁTICA juntamente com a policia militar se deslocaram na tentativa de prender os assaltantes, qualquer informação que saiba do paradeiro do veiculo entre em contato conosco através do 190 seu nome será preservado.
Fonte: Força Tática

Policia Civil do Rio de Janeiro diz que traficante "Nem" estava vindo se esconder na Paraiba

 
 
O corregedor interno da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Gílson Emiliano, revelou hoje que o megatraficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, tinha planos de fugir para a Paraíba.  Emiliano disse que o traficante, ao ver o cerco se fechar, estaria andando com seguranças e grande quantidade de dinheiro para viabilizar a fuga. E que a Paraíba era o destino preferencial do traficante.
A informação foi confirmada pelo delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto.

"Ele falava em resistência para não perder a autoridade entre os subordinados, mas já temos informes sobre planos para escapar", disse o delegado, que acrescentou: “Entre os destinos prováveis de “Nem” estariam o estado da Paraíba, a cidade de Macaé (no Norte Fluminense) ou o conjunto de favelas da Pedreira, em Costa Barros no subúrbio do Rio”.

Em Nova Cruz/RN Homicida deixou bilhete na boca de vitima dizendo o motivo do crime

 
 
José Geraldo da Silva, vulgo Zezinho da cela, de aproximadamente 60 anos, foi alvejado por vários disparos de arma de fogo, vindo a óbito no local. O crime aconteceu nas proximidades da Escola Municipal Márcio Marinho, bairro do Planalto, em Nova Cruz-RN. O acusado, ainda não identificado, deixou cravada na boca da vítima, uma faca peixeira junto de um bilhete.
Zezinho da cela já tinha várias pasasgens pela polícia. Já respondeu por homicídio, quando matou sua companheira e por crimes de outra natureza. Era detento de regime semiaberto. Com a vítima, peritos do ITEP encontraram uma quantia de drogas que, caracteriza tráfico de entorpecentes.
No bilhete estava escrito o motivo do homicídio. O acusado acrescentou ainda que pretende, antes do final do ano, executar um policial militar do 8º BPM-RN. O militar seria Fábio Melo. Fábio Melo é proprietário da casa onde a vítima residia e, de acordo com o bilhete, deixado pelo homicida, Zezinho estava alegando que não estava pagando a dívida no tráfico por está sofrendo pressão para pagar o aluguel da casa. Zezinho teria, inclusive, pedido que o militar fosse quebrado (assassinado).

Em seu orkut, o militar esclareceu o envolvimento do seu nome no bilhete:

"Pessoal, veja a que ponto chegamos;

Hoje, 10/11/2011, por volta das 20h00m, foi assassinado a pessoa de José Geraldo da Silva, mais conhecido por Zezinho da cela, nas proximidades da Escola Municipal Márcio Marinho, bairro do Planalto nesta cidade, onde o mesmo residia de aluguel em minha casa, que fora alugada por sua esposa. E que a pessoa de Zezinho da cela era envolvida com o tráfico de drogas, e detento de regime semiaberto, onde o mesmo estaria devendo a traficantes, segundo bilhete deixado cravado com uma faca peixeira em sua boca, onde o conteúdo deste bilhete, cita ameaças claras a minha pessoa, como vocês verão na foto que tirei momento após o crime, pois estando de serviço no dia.
Peço a meus amigos que alguma informação referente a esse crime, por favor me info rmem; ou a Polícia Militar, para que possamos tomar as medidas cabíveis. Pois estou sentindo-me ameaçado, porém não AMEDRONTADO." Escreveu o Militar.
 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Traficante NEM chefe do tráfico na rocinha é preso pelo Batalão de choque 
Renata Leite (renata.leite@oglobo.com.br) e O Globo (granderio@oglobo.com.br)
O traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico de drogas da Favela da Rocinha, foi preso. Na foto, reprodução de imagem da TV GLOBO. Foto Bruno Gonzalez / EXTRA / Agência O Globo
RIO - O traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico de drogas na Rocinha, foi preso no fim da noite de quarta-feira por policiais do Batalhão de Choque da PM, na Lagoa, em frente à sede do Clube Piraquê. Segundo a polícia, ele foi encontrado no porta-malas de um Corolla preto, onde viajavam mais três homens, que também foram presos - um deles se apresentou como funcionário do consulado da República do Congo, o segundo se disse cônsul honorário desse país e o terceiro era advogado. O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, disse nesta quinta-feira, em entrevista ao Bom Dia Rio, que é fundamental a prisão de grandes chefes do tráfico, assim como apreensões de armas e drogas:
- A estratégia que está sendo utilizada é a quebra do império, é a quebra do muro imposto por armas, é a quebra daquele lugar, daquela ilha inexpugnável da violência. Na medida em que simplesmente se anunciou que isso ia acontecer, essas pessoas mostraram fragilidade - afirma Beltrame.
O secretário disse ainda que não há uma receita concreta de pacificação e não confirmou se a ocupação da favela da Rocinha começa no próximo domingo:
- A gente se prepara para entrar, sem confronto, mas não sabemos o que os criminosos têm na cabeça. Na Rocinha, há uma operação combinada que já começou há dias e nós ainda temos alguma informação a ser processada para determinar quando isso vai se dar - diz Beltrame
Comparsas de Nem ofereceram R$ 1 milhão a policiais para que o grupo fosse liberado
O carro em que Nem estava foi abordado inicialmente na saída da Rocinha por policiais do Batalhão de Choque, mas o suposto funcionário do consulado, alegando imunidade diplomática, se recusou a passar pela revista e a abrir o porta-malas. Ele afirmou que só abriria o veículo numa unidade da Polícia Federal. Os PMs seguiram então o carro em direção a uma unidade policial. Na altura do Piraquê, no entanto, o automóvel parou e um dos homens teria oferecido o suborno aos policiais para que fossem liberados. A Polícia Federal foi chamada porque o advogado invocou a imunidade diplomática do cônsul para não abrir a mala do carro. O Corolla foi revistado, e Nem, encontrado. O traficante foi levado para a sede da Polícia Federal, na Praça Mauá.
O soldado Heitor, do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que participou da prisão, contou na manhã desta quinta-feira que o advogado que estava no carro ofereceu num primeiro momento R$ 20 mil de suborno para que o grupo fosse liberado. Diante da recusa dos policiais, eles aumentaram o valor para R$ 1 milhão.
Ele disse ainda que todos os carros estavam sendo revistados por ordem do comando da PM e que a hora avançada e a potência do Corolla usado pelo cônsul chamaram a atenção dos policiais.
- Me sinto orgulhoso com a vitória - disse o policial.
O cabo Eduardo Teixeira, do Batalhão de Choque, que também acompanhou a prisão na Lagoa, confirmou que o suposto funcionário do consulado ofereceu propina.
- Quando o porta-malas foi aberto, o Nem viu que tinha perdido e não apresentou nenhuma reação - disse Teixeira.
O comandante-geral da PM, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, foi à sede da Polícia Federal e disse que os traficantes da Rocinha, onde em breve será implantada uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), estão se sentindo acuados:
- Eles estão tentando fugir da favela. Continuaremos revistando todos no entorno da comunidade.
Em volta da sede da PF, os PMs comemoravam a prisão.
Leitor registra cena do traficante Nem sendo preso na Lagoa
Nem era o alvo de policiais que faziam um cerco na favela, que deve receber uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no próximo domingo. A Polícia Militar havia reforçado o patrulhamento nos acessos à Rocinha e à Favela do Vidigal, também na Zona Sul, inclusive com viaturas da corporação. Agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) chegaram a ocupar a Vista Chinesa, uma das possíveis rotas de fuga de bandidos da Rocinha.
No início da noite, dez pessoas, entre policiais e traficantes, foram presas durante operação da Polícia Federal , quando cinco agentes civis e militares escoltavam cinco traficantes que estariam fugido da Favela da Rocinha. O grupo estava dividido em quatro carros que foram interceptados por agentes da PF em frente ao Shopping da Gávea e ao Jóquei, na Zona Sul do Rio. Um dos bandidos presos é o traficante Anderson Rosa Mendonça, conhecido como Coelho, braço-direito do traficante Nem e chefe do tráfico no Morro de São Carlos. Nos carros foram apreendidas armas, granadas e drogas. Todos foram levados para a sede da PF, na Praça da Bandeira. Os bandidos teriam negociado, segundo uma alta fonte da Polícia Civil, o pagamento de cerca de R$ 2 milhões pela escolta feita pelos agentes do estado. Com escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, agentes federais estavam monitorando os traficantes e flagraram os policiais em conversas com os bandidos.
Policiais junto ao carro onde o traficante Nem foi preso na Lagoa - Foto: Fernando Quevedo
Entre os presos, segundo a PF, estão três policiais civis, sendo deles da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) - Carlos Renato Rodrigues Tenório e Wagner de Souza Neves - e um da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Saúde Pública (DRCCSP) - Carlos Daniel Ferreira Dias. O grupo também conta com dois ex-PMs, José Faustino Silva e Flávio Melo dos Santos, de acordo com nota enviada pela PF na noite desta quarta-feira. Os outros cinco são traficantes. Além de Coelho, outro dos principais chefes do tráfico no Morro de São Carlos, no Estácio, também estaria entre os presos na noite desta quarta-feira. Sandro Luiz de Paula Amorim, o Lindinho ou Peixe, foi procurar abrigo na Rocinha logo após seu reduto ser ocupado por uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Ele foi encarregado de assumir também o comandos das favelas de Macaé, após a morte do traficante Roupinol, ocorrida em 2010. Os outros três bandidos são Paulo Roberto Lima da Luz, conhecido como Paulinho; Varquia Garcia dos Santos, conhecido como "Carré"; e Sandro Oliveiro.
Três fuzis, dez pistolas, cinco granadas e 20 carregadores, além de reais e euros em quantidade ainda não revelada, foram apreendidos. Também foram apreendidas joias em ouro.
Segundo o Tribunal de Justiça, a PF pediu auxilio à Vara de Execuções Penais para monitorar um dos integrantes do grupo que foi preso. A PF sabia que ele, por ser foragido do sistema penal, estava usando uma tornozeleira eletrônica. Através desse monitoramento, foi possível localizar o grupo.
objetos pertencente aos traficantes  Foto Domingos Peixoto / agência o Globo
A correria dos policiais para capturar os bandidos transformou a rotina da Rua Arthur Araripe, uma via curta, predominantemente residencial, em frente ao shopping da Gávea, que liga a Marquês de São Vicente à Autoestrada Lagoa-Barra. Os policiais fecharam o trânsito em dois pontos durante a operação, que mobilizou cerca de 40 agentes. Algemados, os bandidos presos eram colocados deitados no asfalto.
Nem responde a 10 processos e 20 inquéritos
À frente de uma holding criminosa que fatura cerca de R$ 10 milhões por mês, vendendo no atacado e no varejo desde maconha até ecstasy, e apontado como responsável por uma série de espancamentos e assassinatos, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, responde a uma dezena de processos por tráfico e formação de quadrilha, além de 20 inquéritos, inclusive por lavagem de dinheiro.
Franzino e com orelhas de abano, Nem nunca se destacou pelo physique du rôle. O chefão do tráfico na Rocinha surgiu quase por acaso. Ele começou a trabalhar para o traficante Lulu depois que este lhe emprestou R$ 400 mil para pagar o tratamento de sua filha, portadora de uma doença óssea rara.
Com a morte de Lulu, Nem passou a ser o braço-direito do sucessor, Bem-Te-Vi, que rompeu com a facção criminosa que dominava o morro. Como Bem-Te-Vi se afundava no álcool, Nem ganhou espaço até substitui-lo quando ele foi morto pela polícia, em 2005.
- Nos seis anos em que domina a Rocinha, Nem, que não costuma se drogar, tornou o negócio da droga mais rentável e profissional. Ele procura evitar confrontos com a polícia porque não quer afungentar os compradores e, ao contrário de outras favelas, não vende crack porque é um tipo de droga que leva o viciado a roubar e a criar problemas. Mas de maconha aos sintéticos, oferece de tudo - conta a ex-deputada federal Marina Magessi, que, como inspetora de polícia, investigou a quadrilha do bandido.
O traficante Nem da Rocinha: negócio diversificado (Foto: Divulgação) Rocinha é hipermercado das drogas, inclusive sintéticas
A Rocinha é um hipermercado das drogas. A "firma" cresceu com Nem, inclusive com delivery para a Zona Sul e a Barra. Em 2007, a polícia descobriu lá o primeiro laboratório de refino de cocaína numa favela, capaz de produzir meia tonelada da droga para abastecer 13 morros. Nem pagava R$ 40 para cada pessoa que comprasse numa loja no Centro produtos de uso controlado utilizados na refinaria. Seguindo os compradores, os policiais descobriram que boa parte deles ia para a Rocinha.
Nem distribuía cestas básicas e se envolveu com política, a começar pela eleição para a associação de moradores, mas é temido por ser temperamental. Um dia antes da invasão do Intercontinental, teria mandado espancar um morador que tentou enganá-lo fazendo com que a mãe pedisse R$ 10 mil para livrá-lo de um suposto sequestro praticado por policiais. O bando dele é suspeito da morte da jovem Luana Rodrigues de Sousa, de 20 anos, desaparecida desde maio. Ela trabalharia como "mula" para Nem e teria vazado informações da quadrilha para um policial com quem namorava.