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domingo, 19 de julho de 2015

População comemora morte de adolescente estuprador com fogos de artificio, afirma delegado


Diante da possibilidade de reações hostis de moradores de Castelo do Piauí durante o enterro de Gleison Vieira da Silva, 17 anos, que foi espancado até a morte por companheiros de cela dentro do Centro Educacional Masculino (CEM), a família da vítima realizou o sepultamento do corpo do jovem nesta sexta-feira (17), no cemitério Santa Cruz, em Teresina.A mãe do garoto, o padrasto e uma tia acompanharam o enterro. Policiais militares e conselheiros tutelares também estiveram no cortejo. 

Segundo o gerente de Internação do Centro Educacional Masculino (CEM), Herbert Neves da Cruz, após uma conversa com a mãe da vítima, ela decidiu mudar de ideia, já que desejava enterrar o filho em sua cidade natal. Segundo o delegado Laércio Evangelista, algumas pessoas chegaram a comemorar a morte do jovem. “A cidade está eufórica após a morte do condenado pelo estupro. Moradores estão soltando fogos de artifício. 

Também estão se articulando para realizar uma manifestação”, afirmou Laércio, que chegou a pedir reforço policial para a cidade. 

Confissão: Gleison Vieira foi espancado até a morte na noite da quinta-feira (16) dentro de uma das celas do Centro Educacional Masculino (CEM), que ele dividia com os outros três coautores da barbárie contra quatro meninas que chocou o país. Segundo o gerente de internação do CEM, Herberth Neves, o grupo admitiu a autoria da morte e não demonstrou remorso ou arrependimento ao relatar o ato criminoso. Para Herberth Neves, a morte de Gleison ocorreu durante o banho, quando um dos jovens teria aplicado uma gravata, fato que deu início as agressões. Já o juiz o Antonio Lopes, da 2ª Vara da Infância e Juventude em Teresina, afirmou que provavemente a vítima tenha sido atacada enquanto dormia.

*Via Pulinho Barra Pesada

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